terça-feira, 7 de julho de 2026

Pregos na porta

 PROFESSORAS: Isadora Mello, Maria

Pospieka e Paula Skol

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações

religiosas

OBJETOS DE CONHECIMENTO:Práticas celebrativas

HABILIDADES: (EFO3ERO3) Identificar e respeitar práticas celebrativas

(cerimônias, orações, festividades, peregrinações, entre outras) de diferentes

tradições religiosas.

1º OBSERVAR: A aula será iniciada com uma roda de conversa. A professora

apresentará a imagem de uma porta de madeira antiga e desgastada (ou

desenhará uma no quadro). Em seguida, lançará a seguinte frase de reflexão:

"As palavras que dizemos deixam marcas nas pessoas ou desaparecem com o

vento?". Os alunos serão estimulados a se manifestar livremente de acordo

com suas vivências cotidianas em casa e na escola, relatando momentos em

que uma palavra de carinho os alegrou ou uma palavra dura os deixou tristes.

2º REFLETIR: A professora fará a leitura compartilhada da história "Pregos na

porta", contextualizando-a como uma narrativa de sabedoria ligada a tradições

orientais, como o Budismo, onde o autocontrole, a paz interior e a reparação

dos erros são fundamentais. A reflexão coletiva ligará a história ao objeto de

conhecimento: em muitas religiões, existem práticas celebrativas e rituais de

purificação ou perdão (como orações de arrependimento, ritos de

reconciliação e festividades de ano novo onde se pede perdão). Os pregos

retirados representam o esforço dessas práticas em tentar "consertar" ações

ruins, embora a reflexão mostre a importância de cuidar com as palavras antes

de ferir o outro.

LENDA:

Pregos na porta

Conta uma velha lenda budista que um menino tinha mau gênio. Seu pai, um velho

sábio, deu-lhe um saco de pregos e lhe disse que, a cada vez que perdesse a

paciência, ele deveria pregar um prego atrás da porta. No primeiro dia, o menino

pregou trinta e sete pregos. À medida que ele aprendia a controlar seu gênio,

pregava cada vez menos pregos. Com o tempo, descobriu que era mais fácil

controlar seu gênio do que pregar pregos atrás da porta. Chegou o dia em que

pode controlar seu caráter durante todo o dia. Depois de informar a seu pai, este

lhe sugeriu que retirasse um prego a cada dia que conseguisse controlar seu

caráter. Os dias se passaram e o jovem pode finalmente anunciar a seu pai que não

havia mais pregos atrás da porta. Seu sábio pai pegou-o pela mão, levou-o até a

porta e disse: "Meu filho, noto que tens trabalhado duro, mas veja todos estes

buracos na porta. Nunca mais será a mesma. Cada vez que perdes a paciência e

sentes raiva, deixas cicatrizes exatamente como as que vês aqui. Tu podes insultar

alguém e retirar o insulto, mas, dependendo da maneira como falas, poderás ser

devastador e a cicatriz ficará para sempre. Uma ofensa verbal pode ser tão daninha

quanto uma ofensa física."

3º INFORMAR: Para demonstrar o aprendizado, será realizada a dinâmica "A

Porta dos Corações". Cada aluno receberá um desenho de uma porta de

papel com pequenos "buracos de prego" desenhados. A professora proporá

uma simulação: os alunos deverão escrever ou desenhar, dentro de corações

colados sobre esses buracos, atitudes e palavras positivas de respeito

(orações, pedidos de desculpas, gestos de paz) que servem para curar as

marcas cotidianas, simbolizando o respeito à convivência defendido pelas

diversas tradições religiosas. Ao final, faremos uma breve dramatização

voluntária de como pedir perdão de forma sincera.


A flor da honestidade

 NOMES: Eduarda Gassner de Vargas e Emanuelli Duarte Moraes

ANO: 3° ano 

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas

OBJETO DE CONHECIMENTO: Práticas celebrativas

HABILIDADE: (EF03ER04RS-01) Caracterizar as práticas celebrativas como parte

integrante do conjunto das manifestações religiosas, a partir das vivências de cada

um.

1º OBSERVAR: A professora levará para a sala dois vasos: um com uma flor bonita e

outro vazio. Sem explicar o motivo, perguntará aos alunos qual dos dois eles

acreditam ser o mais importante e por quê. Após ouvir as diferentes opiniões, dirá

que conhecerão uma história em que um vaso vazio foi justamente o motivo de uma

grande recompensa.

2º REFLETIR: A professora realizará a leitura da história "A Flor da Honestidade",

utilizando personagens em palito representando o príncipe e a jovem, além de um

vaso e uma flor para tornar a narrativa mais dinâmica.

A história conta que um príncipe da China precisava escolher uma esposa e

entregou uma semente para cada jovem interessada, dizendo que quem cultivasse

a flor mais bonita seria a futura imperatriz. Uma jovem cuidou da semente com

muito carinho, mas nada nasceu. Mesmo assim, decidiu levar seu vaso vazio ao

palácio. Enquanto todas as outras apresentavam lindas flores, o príncipe escolheu

justamente a jovem do vaso vazio, pois revelou que as sementes entregues eram

estéreis. Ela foi a única que agiu com honestidade, demonstrando que a verdade e

a integridade são mais valiosas do que qualquer aparência.

Após a leitura, a professora explicará que, em diferentes tradições religiosas e

culturas, existem celebrações, histórias e ensinamentos que incentivam valores

como a honestidade, o respeito, a solidariedade e a justiça. Esses valores fazem

parte da convivência entre as pessoas e são transmitidos de geração em geração

por meio das manifestações religiosas.

Em seguida, promoverá uma roda de conversa com as seguintes perguntas:

● Por que a jovem não colocou outra planta no vaso?

Porque ela quis ser honesta. Ela sabia que a semente não havia germinado e

preferiu dizer a verdade em vez de enganar o príncipe.

● O que vocês sentiram quando descobriram que as sementes não podiam

germinar?

Ficamos surpresos, porque percebemos que o príncipe estava testando a

honestidade das jovens, e não quem cultivava a flor mais bonita.

● Vocês acham que ser honesto sempre é fácil? Por quê?

Nem sempre. Às vezes temos medo das consequências ou de errar, mas

dizer a verdade é a melhor escolha.

● Como diferentes famílias e tradições ensinam a importância da honestidade?

Por meio de histórias, ensinamentos, exemplos, celebrações e orientações

que mostram que falar a verdade, respeitar as pessoas e agir corretamente

são atitudes importantes.

● Como podemos demonstrar honestidade em nossa escola, em nossa família

e na comunidade?

Falando a verdade, devolvendo o que não é nosso, cumprindo promessas,

reconhecendo nossos erros, respeitando as pessoas e agindo com

sinceridade em todas as situações.

3º INFORMAR: Cada aluno receberá o desenho de uma flor em folha de ofício. No

centro da flor escreverá uma atitude de honestidade que pretende praticar no dia a

dia, como falar a verdade, devolver um objeto encontrado ou cumprir uma

promessa. Depois, decorarão suas flores, que serão reunidas em um mural coletivo

com o título "Jardim da Honestidade". Ao final, a professora destacará que, assim

como as flores formam um belo jardim quando estão juntas, atitudes de honestidade

ajudam a construir uma convivência baseada no respeito, valor presente em

diferentes culturas e tradições religiosas.

As três peneiras de Sócrates

 PROFESSORAS: Bruna A. e Chiara Dias

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas e filosofias de vida

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Ancestralidade e tradição oral

HABILIDADES: (EF05ER07) Reconhecer, em textos orais, ensinamentos

relacionados a modos de ser e viver.

1º OBSERVAR: A professora iniciará a aula escrevendo no quadro a seguinte

pergunta:

"Você contaria para alguém uma história sobre um colega sem saber se

ela é verdadeira?"

Os alunos serão convidados a responder livremente, compartilhando suas

opiniões e experiências. Em seguida, a professora apresentará situações do

cotidiano para despertar a curiosidade da turma, como:

● Um colega conta uma fofoca durante o recreio.

● Uma notícia circula rapidamente em um grupo de mensagens.

● Alguém faz um comentário sobre outra pessoa sem ter certeza se aquilo

realmente aconteceu.

A partir dessas situações, a professora perguntará:

● Como vocês agiriam?

● É certo acreditar em tudo o que ouvimos?

● Nossas palavras podem ajudar ou machucar alguém?

Após esse momento de diálogo, será realizada uma leitura expressiva da

história "As Três Peneiras de Sócrates", incentivando os alunos a prestarem

bastante atenção, pois ao final eles deverão descobrir quais foram os três

ensinamentos apresentados pelo filósofo e por que eles são importantes até os

dias de hoje.

2º REFLETIR: Terminada a leitura, será organizada uma roda de conversa

para que os estudantes expressem suas opiniões sobre a história.

A professora retomará as três peneiras — Verdade, Bondade e Utilidade —

explicando cada uma delas e incentivando os alunos a relacionarem esses

conceitos com situações do cotidiano.

Para tornar a discussão mais dinâmica, serão apresentadas algumas situações,

como:

● Um colega esqueceu o material e outro começa a espalhar que ele é

preguiçoso.

● Alguém recebe uma mensagem na internet e decide compartilhá-la sem

verificar se é verdadeira.

● Um amigo conta um segredo e outra pessoa pensa em divulgá-lo para a

turma.

Os alunos serão convidados a responder:

● Essa informação passou pela peneira da verdade?

● Ela demonstra bondade?

● Ela será útil para alguém ou apenas poderá causar sofrimento?


3º INFORMAR: 

Após o debate, cada aluno receberá uma folha com o desenho de três peneiras.

Em cada uma delas deverá escrever exemplos de atitudes que representam a

Verdade, a Bondade e a Utilidade. Ao final, alguns alunos poderão apresentar

suas respostas para a turma, promovendo a troca de ideias e o respeito às

diferentes opiniões.

A professora explicará que, desde a Antiguidade, diferentes

povos, religiões e filosofias procuram ensinar maneiras de viver em harmonia

com os outros. Esses ensinamentos são transmitidos por meio de histórias,

parábolas, lendas, contos e tradições orais, que atravessam gerações e

continuam atuais.

A história das Três Peneiras, atribuída ao filósofo Sócrates, nos convida a refletir

sobre o poder das palavras e sobre a responsabilidade que temos ao falar ou

compartilhar uma informação.

Antes de repetir algo sobre outra pessoa, devemos nos perguntar:

● É verdade?

● É algo bom, respeitoso e gentil?

● Será útil para quem vai ouvir?

Quando usamos essas três "peneiras", evitamos fofocas, conflitos e

desentendimentos, fortalecendo relações baseadas no respeito, na empatia, na

honestidade e na responsabilidade. Esses valores contribuem para uma

convivência mais saudável na escola, na família e na sociedade, mostrando que

pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença na vida das pessoas.

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Carimbo da diversidade religiosa

 Aluna Ana Julya

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas

OBJETO DO CONHECIMENTO: Ritos religiosos

HABILIDADE: (EF04ER04CB-04) Identificar as expressões religiosas de cada um, valorizando a crença de todos.


OBSERVAR: A professora iniciará a aula com um mapa do Brasil colado no quadro, e com imagens de várias religiões presentes no país ao redor dele, religiões como: Catolicismo, Cristianismo, Candomblé, Umbanda, Islamismo, Judaísmo, Budismo, Espiritismo, entre outras. Ela dirá: “Vocês sabiam que o Brasil é um dos países com mais diversidade religiosa no mundo? Aqui, convivem muitos povos que têm crenças diferentes. Isso acontece por causa da nossa história, dos povos indígenas, dos africanos que vieram como escravos, dos europeus, dos asiáticos… Todos trouxeram suas formas de fé e cultura.”. Ela então apontará no mapa os estados com maior presença de certas religiões e falará: “O Brasil é como um grande mosaico, onde cada pedacinho tem uma cor, uma crença, uma festa diferente. É isso que faz o nosso país tão especial.”. E perguntará à turma: “Quem aqui conhece alguém que segue uma religião diferente da sua? Vocês já participaram de alguma festa religiosa diferente?”.


REFLETIR: A professora dirá: “Vou ler para vocês um trecho do Livro “O mundo não é igual em nenhum lugar”, do autor Allan Pevirguladez, que fala sobre o nosso mundo e a diversidade que existe nele.”. E lerá a seguinte frase:


 “O mundo não é igual em nenhum lugar. Pessoas diferentes você vai encontrar. Cada um com a sua crença, cultura, identidade. A isso nós chamamos de diversidade…” - Allan Pevirguladez


A professora continuará sua fala dizendo: “Isso quer dizer que no Brasil, e no mundo todo, encontramos muitas pessoas diferentes, que acreditam em coisas diferentes, falam de jeitos diferentes e vêm de lugares diferentes. Mesmo com todas essas diferenças, as religiões do nosso país têm algo muito importante em comum: elas nos ensinam a respeitar a vida, as pessoas e a natureza. É por isso que conseguimos viver juntos em paz, mesmo quando somos diferentes. Esses são alguns valores que elas nos ensinam e que todos podemos seguir:


O respeito à vida;

O cuidado com o próximo;

A importância da família e da comunidade.

A busca pela paz dentro de nós mesmos e no mundo;


Mas, às vezes, quando as pessoas não conhecem as outras religiões, surgem preconceitos, medos e até brigas. Vocês já viram isso acontecer? Por que acham que isso acontece?”. A professora ouvirá as respostas com atenção e responderá: “É por isso que conhecer o outro é tão importante. Quando entendemos as diferenças, aprendemos a respeitar. A diversidade religiosa do Brasil é uma riqueza que precisamos cuidar, porque ela ajuda a gente a viver com respeito e amizade.”.


INFORMAR: Após esse momento, a professora dirá: “Agora, vamos fazer um símbolo da nossa diversidade e da nossa união! Vou chamar cada um de vocês, um por um, para escolher a cor que mais gostar entre as cores da nossa bandeira: verde, amarelo, azul ou branco. Depois que escolherem, vou pintar a palma da mão de vocês e carimbar em uma cartolina, fazendo assim, um painel da diversidade.”. Ela chamará o primeiro aluno, deixará que ele escolha uma cor, ajudará ele a pintar sua mão, e depois o orientará a carimbar na cartolina, depois pedirá para ir ao banheiro se limpar. Em seguida, chamará o próximo, e assim sucessivamente até todos participarem. Depois que todos tiverem carimbado sua mão, a professora pedirá para que cada aluno pegue uma caneta e escreva a cima da própria mão uma palavra ou uma frase curta que represente o que aprenderam durante aquela aula sobre diversidade religiosa e respeito. Palavras como: “respeito”, “união”, “amizade”, “paz” etc. Por fim, a professora reunirá a turma e dirá: “Este cartaz cheio de mãos coloridas é a nossa bandeira humana, um compromisso de respeito e amor pela diversidade que faz do Brasil um país tão especial.”.


Árvore que sente

 Aluna Ana Julya

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças Religiosas e Filosofias de Vida

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Narrativas Religiosas

HABILIDADES: EF05ER03) Reconhecer funções e mensagens religiosas contidas nos mitos de criação (concepções de mundo, natureza, ser humano, divindades,vida e morte).


ATIVIDADE: A Árvore que Sente


OBSERVAR: A professora iniciará a aula mostrando aos alunos as folhas que tem em suas mãos, uma verde e uma seca. Após todos terem visto, colocará as folhas sobre uma mesa, como se estivessem sendo apresentadas a um "altar", e então fará a leitura da “Carta de uma árvore”, que falará sobre a importância da natureza.


SEGUE A CARTA QUE SERÁ LIDA:

 “Olá, alunos. Eu sou uma árvore que viveu muitos anos em uma floresta cheia de vida. Já ouvi orações, vi pessoas sorrindo, crianças brincando, e pássaros fazendo seus ninhos. Mas ultimamente, tenho chorado... Muitos de nós estão sendo cortados, e os animais não têm mais onde morar. Será que vocês podem me ouvir com o coração hoje?”. Após a leitura, a professora dará início à um momento de conversação com a turma, com as seguintes perguntas: 


Quais sentimentos essa carta despertou em vocês?;

Como vocês acham que uma árvore se sentiria ao ver a floresta sendo destruída?;

Já imaginaram como a natureza poderia "sentir" se falasse conosco?;


REFLETIR: A professora pedirá para que os alunos formem um círculo no centro da sala de aula, após estarem todos organizados, apresentará à eles imagens impressas de florestas sendo destruídas, florestas preservadas e cenas de animais vivendo em harmonia com o meio ambiente. E então espontaneamente se iniciará uma conversa coletiva, onde os alunos poderão compartilhar suas opiniões e sentimentos a respeito das imagens. Durante esse momento, a professora também trará para o bate-papo referências de diferentes religiões que tratam da natureza de forma sagrada. Que serão os seguintes:

Cristianismo: O conceito de que Deus criou o mundo e confiou ao ser humano o cuidado da criação.


Hinduísmo: A reverência às árvores e à natureza como manifestações divinas.

Budismo: O respeito pela vida em todas as suas formas e a importância do equilíbrio com a natureza.


Após ter apresentado as referências, de forma sutil indagará: 


Você já viu uma árvore grande de perto? Já abraçou uma?;

Como você acha que o cuidado com a natureza se conecta com aquilo que as religiões ensinam?;

Você conhece alguma religião que considera a natureza sagrada ou que ensina que devemos cuidar do meio ambiente?;

Cuidar da Terra pode ser uma forma de expressar fé e amor? Como?;


INFORMAR: Após esse momento, a professora dirá: “Que tal escrevermos uma mensagem para a natureza? Vamos fazer um pacto de cuidado e amor!”. Então entregará a cada aluno uma folha de papel em formato de folha de árvore e explicará que cada um, com seus materiais, escreverá uma mensagem de carinho para a natureza, como se estivesse falando diretamente com as árvores, os rios, os animais e a Terra. Em seguida, cada aluno será convidado a colar sua “folha” em uma grande cartolina marrom colada na parede, formando o tronco de uma árvore. Aos poucos, surgirá uma bela “Árvore dos Sentimentos”, cheia de mensagens. A professora encerrará a atividade reunindo a turma em frente ao mural e dizendo: “Cada folha dessa árvore é uma escolha que pode transformar o mundo. Que essa árvore cresça forte, assim como o nosso compromisso com o planeta!”.


Dinheiro não compra

 COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Ritos religiosos

HABILIDADES: (EF04ER01) Identificar ritos presentes no cotidiano pessoal, familiar, escolar e comunitário.


1º OBSERVAR: Utilizando um rádio, a professora colocará a música “Trem-bala” de Ana Vilela, para os alunos escutarem e pedirá que eles prestem atenção aos detalhes da música.

música


2º REFLETIR: Após a música, ela refletirá sobre a letra da música com os alunos. E em seguida uma caixa e duas mesas serão postas no centro da sala, e dentro da caixa terão fichas com várias palavras.

 Ex:

amor;

alegria;

pipoca;

bola;

celular;

abraço.


Um aluno por vez irá até a caixa e retirará uma ficha, deverá colocar em uma das mesas que serão utilizadas para colocar as palavras e justificar o porquê da escolha das mesas. Na mesa 1 terão que ser postas palavras que com o dinheiro podemos comprar e na mesa 2, coisas que não podem ser compradas, mas sim vividas e sentidas, que são tesouros na nossa vida e nos faz feliz.


3º INFORMAR: Após todos terem pego a ficha, separado suas palavras e justificado, a professora entregará uma folha com a imagem de um baú do tesouro, onde eles terão que pintar com lápis de cor, recortar as bordas, dobrar a tampa do baú. Eles terão que escrever dentro do baú o nome da pessoa (do tesouro deles) que mais faz eles felizes, e escrever uma mensagem de agradecimento para ela. Ao final, eles poderão entregar a essas pessoas, caso forem da família, poderão entregar em casa.



Divindades da natureza

 Nomes: Joana de Souza Gallas Turma: NO 312

Disciplina: Didática de Ens. Religioso Professora: Giovana Stein Pedroso 


Deuses da Natureza 


Plano de aula - Ensino fundamental 

Turma: 4°ano

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações Religiosas

OBJETO DE CONHECIMENTO: Ideia(s) de divindade(s)

HABILIDADE: (EF04ER07RS-01) Exemplificar, a partir de imagens e/ou gravuras, as lendas, mitos e divindades presentes nas diferentes religiões e crenças da comunidade.

1º OBSERVAR: A professora passará entre os alunos oito imagens de Deuses de diferentes religiões e mitologias. Depois que todos os alunos já tiverem visto todas as imagens de perto, a professora apresentará e explicará um pouco sobre cada um dos Deuses das imagens. As imagens e os deuses serão:

Brahma (hinduísmo) Mbaba Mwana Waresa (mitologia Zulu)     

      

Pachamama (mitologia Inca) Deméter (mitologia Grega) Gaia (mitologia Grega)

                Rán (mitologia Nórdica) Papatuanuku (mitologia Maori) Geb (mitologia Egípcia)

      

    

2º REFLETIR: A professora iniciará uma fala sobre a importância destas divindades no cuidado com a natureza. Ela dirá que os povos antigos criaram esses deuses, deuses criadores e guardiões da natureza em suas religiões, para explicar a criação dela e também sua proteção. O cuidado e a preocupação com a natureza sempre esteve presente nos povos, pois os deuses deveriam ser venerados pelos humanos e não incomodados ou irritados. Assim, para agradar os deuses das florestas, dos mares, das plantações etc., e não irritá-los, todos amavam e cuidavam da natureza, por isso que ela manteve-se por tantos anos. A professora questionará aos alunos o que eles pensam sobre o assunto, instigando uma conversação.

3º INFORMAR: A professora dividirá a turma em oito grupos e fará um sorteio, para que cada grupo seja responsável por representar um dos deuses conhecidos na aula. Ela dará a cada grupo um texto resumindo o que havia falado no começo da aula sobre o deus sorteado. Eles terão que escrever o nome do deus, a que religião ou mitologia ele pertence e representá-lo em uma cartolina, utilizando a técnica que preferirem, como: desenho, pintura, recorte e colagem de revistas ou papel colorido etc. Eles não poderão copiar da imagem mostrada pela professora, terão que basear-se nas informações do texto e usar a criatividade. Os cartazes serão expostos no corredor da escola com o título “Divindades da natureza”. 


RECURSOS: imagens das divindades, cartolina, MUC, tintas, papel para recorte, papel colorido.


Pregos na porta

 PROFESSORAS: Isadora Mello, Maria Pospieka e Paula Skol UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas OBJETOS DE CONHECIMENTO:Práticas celebra...