quinta-feira, 16 de julho de 2026

As sete lições do bambu

 LARISSA E MARIA

NO 322

Plano para 5º ano do ensino fundamental

COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas e filosofias de vida

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Narrativas religiosas

HABILIDADES: (EF05ER01RS-03)Perceber que nos textos sagrados e narrativas oralizadas

diversas Tradições Religiosas existem fundamentos norteadores para a vida.

1º OBSERVAR: Para iniciar a aula, a professora vai mostrar dois objetos bem diferentes

para a turma: um galho seco de árvore e um pedaço de bambu que dobra facilmente. A

mesma irá chamar alguns alunos para tentar dobrar os dois objetos, com cuidado. Todos os

alunos irão ver que o galho seco quebra rápido, enquanto o bambu, mes dobrado, volta

para o lugar. Após, a professora perguntará sobre como a natureza é inteligente;

● O que aconteceu quando vocês tentaram dobrar o bambu e o galho?

● Se estivesse caindo uma tempestade com um vento muito forte, qual dos dois vocês

acham que resistiria melhor? Por quê?

● Como a gente pode ser meio "bambu" na nossa vida, principalmente naqueles dias

mais difíceis?

2º REFLETIR: A professora iniciará a leitura do texto, "As sete lições do bambu"

juntamente com os alunos, cada um irá ganhar uma parte da história que vai estar colada

numa imagem de um bambu para ler para os colegas, a mesma irá explicando cada parte

de um jeito bem simples para todos compreenderem. Ela vai falar sobre as reflexões

importantes que a história traz, como:

● Humildade: Manter-se aberto a aprender, mesmo depois de crescer e evoluir.

● Raízes fortes: A importância de ter o apoio da nossa família, dos amigos e de

manter a nossa fé.

● Viver em grupo: Lembrar que os bambus sempre crescem juntinhos, um apoiando o

outro. Entender que somos mais fortes quando nos apoiamos uns nos outros.

● Resiliência: Aprender a ceder e se adaptar em vez de quebrar diante das

dificuldades. Ter paciência no processo de desenvolvimento, sabendo que os

resultados virão.

HISTÓRIA ESPIRITA: AS SETE LIÇÕES DO BAMBU

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na

casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:

Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que

precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o

vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?

Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na

hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina

sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o

triunfo da paz em seu coração.

A primeira lição que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade

diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e

da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me

chama, que é o Senhor.

A segunda lição: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um

bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa

aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.

A terceira lição: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo,

mas antes de crescer ele permite que nasçam outros a seu lado (como no

cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns

nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos

arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais

mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos

predadores.

A quarta lição que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta

no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós

perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas

insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder

tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta lição é que o bambu é cheio de "nós" (e não de eu’s). Como ele é

oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os

problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos

ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos

difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos

sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender

com eles.

A sexta lição é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos

esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira

nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio

do Espírito Santo.

Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é que ele só cresce para o alto.

Ele busca as coisas do Alto.

(Autor desconhecido )

3º INFORMAR: Para concluir, a turma vai criar em conjunto uma "Floresta de Bambu”. Cada

aluno receberá um quadradinho de folha colorida verde. No meio de cada folha, cada um irá

escrever uma palavra bonita (como amor, união, respeito) ou o nome de alguém que

sempre lhe daí um uma ajuda/apoio com uma canetinha preta, (como por exemplo: "minha

mãe", "meu amigo", "minha tia"). Em seguida, todos os alunos irão colocar esses pedaços

de folhas um em cima do outro em um cartaz de papel pardo que será exposto na parede

da sala. Juntos, eles vão formar várias hastes de bambus. Depois da confecção do cartaz, a

professora irá propor para que os alunos façam um mini parágrafo no caderno do que

entenderam sobre a história e o que ela o ensinou para os mesmos.

Aprendendo a Viver

 NOMES: Caroline Oliveira e Yasmin Nunes

TURMA: NO312

DISCIPLINA: Ensino religioso

ANO: 4º Ano

LENDA: Aprendendo a viver.

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso.

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações Religiosas.

OBJETO DE CONHECIMENTO: Ritos Religiosos.

HABILIDADE: (EF04ER01RS-01)

Conhecer ritos religiosos vivenciados no cotidiano pessoal, familiar, escolar e comunitário.

OBSERVAR: A professora iniciará a aula exibindo duas imagens: uma de uma

criança brincando com muitos brinquedos e outra de uma criança brincando com

uma bola feita de papel ou com materiais simples.


A mesma fará as seguintes pergunta aos alunos:

● O que vocês observam nessas imagens? Resposta esperada: Duas crianças

brincando com diferentes brinquedos

● As duas crianças podem estar felizes? Por quê? Resposta esperada: Sim por

que a felicidade não é apenas o bem material

● A felicidade depende apenas das coisas que temos? Resposta esperada:

Não

REFLETIR: Após ouvir as opiniões da turma, a professora contará a história

https://www.oconsolador.com.br “Aprendendo a viver”. A história conta sobre um

menino que acreditava que precisava ter mais bens materiais para ser feliz, mas

que uma experiência inesperada o fez refletir sobre o verdadeiro valor da vida e da

gratidão. Após a leitura, a professora explicará que a felicidade não depende apenas dos bens materiais. Embora brinquedos e objetos possam nos deixar felizes

por um momento, a verdadeira felicidade também está nas pequenas atitudes do dia

a dia, como conviver com a família, brincar com os amigos, ajudar o próximo,

praticar o bem e ser grato pelo o que temos. Os alunos escutarão e ganharão a letra

da música felicidade do cantor Seu Jorge.

https://youtu.be/XQJOQcpsrTw?si=gwhONLwtYkMRbgNx

Felicidade

É viver na sua companhia

Felicidade

É estar contigo todo dia

Felicidade

É sentir o cheiro dessa flor

Felicidade

É saber que eu tenho seu amor

Felicidade

É viver na sua companhia

Felicidade

É estar contigo todo dia

Felicidade

É sentir o cheiro dessa flor

Felicidade

É saber que eu tenho seu amor

A professora colocará a música e pedirá que os alunos, ao lerem a letra, reflitam

sobre suas felicidades.

INFORMAR: A professora iniciará a atividade apresentando o cartaz "Jardim da

Gratidão” e explicará que, assim como um jardim precisa de cuidado para florescer,

a gratidão também deve ser cultivada diariamente. Depois da conversa, a

professora entregará uma flor de papel para cada aluno e solicitará que pintem a flor

e escrevam algo pelo qual são gratos e, como a família, os amigos, a escola, a

saúde, os animais ou a natureza. Após concluírem a atividade, cada aluno

apresentará sua flor para a turma e a colará no cartaz, formando um jardim coletivo.

Ao final, a professora encerrará a atividade reforçando a importância de reconhecer

e agradecer pelas coisas boas da vida, incentivando atitudes de respeito, empatia e

solidariedade no convívio com os outros.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Pregos na porta

 PROFESSORAS: Isadora Mello, Maria

Pospieka e Paula Skol

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações

religiosas

OBJETOS DE CONHECIMENTO:Práticas celebrativas

HABILIDADES: (EFO3ERO3) Identificar e respeitar práticas celebrativas

(cerimônias, orações, festividades, peregrinações, entre outras) de diferentes

tradições religiosas.

1º OBSERVAR: A aula será iniciada com uma roda de conversa. A professora

apresentará a imagem de uma porta de madeira antiga e desgastada (ou

desenhará uma no quadro). Em seguida, lançará a seguinte frase de reflexão:

"As palavras que dizemos deixam marcas nas pessoas ou desaparecem com o

vento?". Os alunos serão estimulados a se manifestar livremente de acordo

com suas vivências cotidianas em casa e na escola, relatando momentos em

que uma palavra de carinho os alegrou ou uma palavra dura os deixou tristes.

2º REFLETIR: A professora fará a leitura compartilhada da história "Pregos na

porta", contextualizando-a como uma narrativa de sabedoria ligada a tradições

orientais, como o Budismo, onde o autocontrole, a paz interior e a reparação

dos erros são fundamentais. A reflexão coletiva ligará a história ao objeto de

conhecimento: em muitas religiões, existem práticas celebrativas e rituais de

purificação ou perdão (como orações de arrependimento, ritos de

reconciliação e festividades de ano novo onde se pede perdão). Os pregos

retirados representam o esforço dessas práticas em tentar "consertar" ações

ruins, embora a reflexão mostre a importância de cuidar com as palavras antes

de ferir o outro.

LENDA:

Pregos na porta

Conta uma velha lenda budista que um menino tinha mau gênio. Seu pai, um velho

sábio, deu-lhe um saco de pregos e lhe disse que, a cada vez que perdesse a

paciência, ele deveria pregar um prego atrás da porta. No primeiro dia, o menino

pregou trinta e sete pregos. À medida que ele aprendia a controlar seu gênio,

pregava cada vez menos pregos. Com o tempo, descobriu que era mais fácil

controlar seu gênio do que pregar pregos atrás da porta. Chegou o dia em que

pode controlar seu caráter durante todo o dia. Depois de informar a seu pai, este

lhe sugeriu que retirasse um prego a cada dia que conseguisse controlar seu

caráter. Os dias se passaram e o jovem pode finalmente anunciar a seu pai que não

havia mais pregos atrás da porta. Seu sábio pai pegou-o pela mão, levou-o até a

porta e disse: "Meu filho, noto que tens trabalhado duro, mas veja todos estes

buracos na porta. Nunca mais será a mesma. Cada vez que perdes a paciência e

sentes raiva, deixas cicatrizes exatamente como as que vês aqui. Tu podes insultar

alguém e retirar o insulto, mas, dependendo da maneira como falas, poderás ser

devastador e a cicatriz ficará para sempre. Uma ofensa verbal pode ser tão daninha

quanto uma ofensa física."

3º INFORMAR: Para demonstrar o aprendizado, será realizada a dinâmica "A

Porta dos Corações". Cada aluno receberá um desenho de uma porta de

papel com pequenos "buracos de prego" desenhados. A professora proporá

uma simulação: os alunos deverão escrever ou desenhar, dentro de corações

colados sobre esses buracos, atitudes e palavras positivas de respeito

(orações, pedidos de desculpas, gestos de paz) que servem para curar as

marcas cotidianas, simbolizando o respeito à convivência defendido pelas

diversas tradições religiosas. Ao final, faremos uma breve dramatização

voluntária de como pedir perdão de forma sincera.


A flor da honestidade

 NOMES: Eduarda Gassner de Vargas e Emanuelli Duarte Moraes

ANO: 3° ano 

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas

OBJETO DE CONHECIMENTO: Práticas celebrativas

HABILIDADE: (EF03ER04RS-01) Caracterizar as práticas celebrativas como parte

integrante do conjunto das manifestações religiosas, a partir das vivências de cada

um.

1º OBSERVAR: A professora levará para a sala dois vasos: um com uma flor bonita e

outro vazio. Sem explicar o motivo, perguntará aos alunos qual dos dois eles

acreditam ser o mais importante e por quê. Após ouvir as diferentes opiniões, dirá

que conhecerão uma história em que um vaso vazio foi justamente o motivo de uma

grande recompensa.

2º REFLETIR: A professora realizará a leitura da história "A Flor da Honestidade",

utilizando personagens em palito representando o príncipe e a jovem, além de um

vaso e uma flor para tornar a narrativa mais dinâmica.

A história conta que um príncipe da China precisava escolher uma esposa e

entregou uma semente para cada jovem interessada, dizendo que quem cultivasse

a flor mais bonita seria a futura imperatriz. Uma jovem cuidou da semente com

muito carinho, mas nada nasceu. Mesmo assim, decidiu levar seu vaso vazio ao

palácio. Enquanto todas as outras apresentavam lindas flores, o príncipe escolheu

justamente a jovem do vaso vazio, pois revelou que as sementes entregues eram

estéreis. Ela foi a única que agiu com honestidade, demonstrando que a verdade e

a integridade são mais valiosas do que qualquer aparência.

Após a leitura, a professora explicará que, em diferentes tradições religiosas e

culturas, existem celebrações, histórias e ensinamentos que incentivam valores

como a honestidade, o respeito, a solidariedade e a justiça. Esses valores fazem

parte da convivência entre as pessoas e são transmitidos de geração em geração

por meio das manifestações religiosas.

Em seguida, promoverá uma roda de conversa com as seguintes perguntas:

● Por que a jovem não colocou outra planta no vaso?

Porque ela quis ser honesta. Ela sabia que a semente não havia germinado e

preferiu dizer a verdade em vez de enganar o príncipe.

● O que vocês sentiram quando descobriram que as sementes não podiam

germinar?

Ficamos surpresos, porque percebemos que o príncipe estava testando a

honestidade das jovens, e não quem cultivava a flor mais bonita.

● Vocês acham que ser honesto sempre é fácil? Por quê?

Nem sempre. Às vezes temos medo das consequências ou de errar, mas

dizer a verdade é a melhor escolha.

● Como diferentes famílias e tradições ensinam a importância da honestidade?

Por meio de histórias, ensinamentos, exemplos, celebrações e orientações

que mostram que falar a verdade, respeitar as pessoas e agir corretamente

são atitudes importantes.

● Como podemos demonstrar honestidade em nossa escola, em nossa família

e na comunidade?

Falando a verdade, devolvendo o que não é nosso, cumprindo promessas,

reconhecendo nossos erros, respeitando as pessoas e agindo com

sinceridade em todas as situações.

3º INFORMAR: Cada aluno receberá o desenho de uma flor em folha de ofício. No

centro da flor escreverá uma atitude de honestidade que pretende praticar no dia a

dia, como falar a verdade, devolver um objeto encontrado ou cumprir uma

promessa. Depois, decorarão suas flores, que serão reunidas em um mural coletivo

com o título "Jardim da Honestidade". Ao final, a professora destacará que, assim

como as flores formam um belo jardim quando estão juntas, atitudes de honestidade

ajudam a construir uma convivência baseada no respeito, valor presente em

diferentes culturas e tradições religiosas.

As três peneiras de Sócrates

 PROFESSORAS: Bruna A. e Chiara Dias

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas e filosofias de vida

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Ancestralidade e tradição oral

HABILIDADES: (EF05ER07) Reconhecer, em textos orais, ensinamentos

relacionados a modos de ser e viver.

1º OBSERVAR: A professora iniciará a aula escrevendo no quadro a seguinte

pergunta:

"Você contaria para alguém uma história sobre um colega sem saber se

ela é verdadeira?"

Os alunos serão convidados a responder livremente, compartilhando suas

opiniões e experiências. Em seguida, a professora apresentará situações do

cotidiano para despertar a curiosidade da turma, como:

● Um colega conta uma fofoca durante o recreio.

● Uma notícia circula rapidamente em um grupo de mensagens.

● Alguém faz um comentário sobre outra pessoa sem ter certeza se aquilo

realmente aconteceu.

A partir dessas situações, a professora perguntará:

● Como vocês agiriam?

● É certo acreditar em tudo o que ouvimos?

● Nossas palavras podem ajudar ou machucar alguém?

Após esse momento de diálogo, será realizada uma leitura expressiva da

história "As Três Peneiras de Sócrates", incentivando os alunos a prestarem

bastante atenção, pois ao final eles deverão descobrir quais foram os três

ensinamentos apresentados pelo filósofo e por que eles são importantes até os

dias de hoje.

2º REFLETIR: Terminada a leitura, será organizada uma roda de conversa

para que os estudantes expressem suas opiniões sobre a história.

A professora retomará as três peneiras — Verdade, Bondade e Utilidade —

explicando cada uma delas e incentivando os alunos a relacionarem esses

conceitos com situações do cotidiano.

Para tornar a discussão mais dinâmica, serão apresentadas algumas situações,

como:

● Um colega esqueceu o material e outro começa a espalhar que ele é

preguiçoso.

● Alguém recebe uma mensagem na internet e decide compartilhá-la sem

verificar se é verdadeira.

● Um amigo conta um segredo e outra pessoa pensa em divulgá-lo para a

turma.

Os alunos serão convidados a responder:

● Essa informação passou pela peneira da verdade?

● Ela demonstra bondade?

● Ela será útil para alguém ou apenas poderá causar sofrimento?


3º INFORMAR: 

Após o debate, cada aluno receberá uma folha com o desenho de três peneiras.

Em cada uma delas deverá escrever exemplos de atitudes que representam a

Verdade, a Bondade e a Utilidade. Ao final, alguns alunos poderão apresentar

suas respostas para a turma, promovendo a troca de ideias e o respeito às

diferentes opiniões.

A professora explicará que, desde a Antiguidade, diferentes

povos, religiões e filosofias procuram ensinar maneiras de viver em harmonia

com os outros. Esses ensinamentos são transmitidos por meio de histórias,

parábolas, lendas, contos e tradições orais, que atravessam gerações e

continuam atuais.

A história das Três Peneiras, atribuída ao filósofo Sócrates, nos convida a refletir

sobre o poder das palavras e sobre a responsabilidade que temos ao falar ou

compartilhar uma informação.

Antes de repetir algo sobre outra pessoa, devemos nos perguntar:

● É verdade?

● É algo bom, respeitoso e gentil?

● Será útil para quem vai ouvir?

Quando usamos essas três "peneiras", evitamos fofocas, conflitos e

desentendimentos, fortalecendo relações baseadas no respeito, na empatia, na

honestidade e na responsabilidade. Esses valores contribuem para uma

convivência mais saudável na escola, na família e na sociedade, mostrando que

pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença na vida das pessoas.

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Carimbo da diversidade religiosa

 Aluna Ana Julya

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas

OBJETO DO CONHECIMENTO: Ritos religiosos

HABILIDADE: (EF04ER04CB-04) Identificar as expressões religiosas de cada um, valorizando a crença de todos.


OBSERVAR: A professora iniciará a aula com um mapa do Brasil colado no quadro, e com imagens de várias religiões presentes no país ao redor dele, religiões como: Catolicismo, Cristianismo, Candomblé, Umbanda, Islamismo, Judaísmo, Budismo, Espiritismo, entre outras. Ela dirá: “Vocês sabiam que o Brasil é um dos países com mais diversidade religiosa no mundo? Aqui, convivem muitos povos que têm crenças diferentes. Isso acontece por causa da nossa história, dos povos indígenas, dos africanos que vieram como escravos, dos europeus, dos asiáticos… Todos trouxeram suas formas de fé e cultura.”. Ela então apontará no mapa os estados com maior presença de certas religiões e falará: “O Brasil é como um grande mosaico, onde cada pedacinho tem uma cor, uma crença, uma festa diferente. É isso que faz o nosso país tão especial.”. E perguntará à turma: “Quem aqui conhece alguém que segue uma religião diferente da sua? Vocês já participaram de alguma festa religiosa diferente?”.


REFLETIR: A professora dirá: “Vou ler para vocês um trecho do Livro “O mundo não é igual em nenhum lugar”, do autor Allan Pevirguladez, que fala sobre o nosso mundo e a diversidade que existe nele.”. E lerá a seguinte frase:


 “O mundo não é igual em nenhum lugar. Pessoas diferentes você vai encontrar. Cada um com a sua crença, cultura, identidade. A isso nós chamamos de diversidade…” - Allan Pevirguladez


A professora continuará sua fala dizendo: “Isso quer dizer que no Brasil, e no mundo todo, encontramos muitas pessoas diferentes, que acreditam em coisas diferentes, falam de jeitos diferentes e vêm de lugares diferentes. Mesmo com todas essas diferenças, as religiões do nosso país têm algo muito importante em comum: elas nos ensinam a respeitar a vida, as pessoas e a natureza. É por isso que conseguimos viver juntos em paz, mesmo quando somos diferentes. Esses são alguns valores que elas nos ensinam e que todos podemos seguir:


O respeito à vida;

O cuidado com o próximo;

A importância da família e da comunidade.

A busca pela paz dentro de nós mesmos e no mundo;


Mas, às vezes, quando as pessoas não conhecem as outras religiões, surgem preconceitos, medos e até brigas. Vocês já viram isso acontecer? Por que acham que isso acontece?”. A professora ouvirá as respostas com atenção e responderá: “É por isso que conhecer o outro é tão importante. Quando entendemos as diferenças, aprendemos a respeitar. A diversidade religiosa do Brasil é uma riqueza que precisamos cuidar, porque ela ajuda a gente a viver com respeito e amizade.”.


INFORMAR: Após esse momento, a professora dirá: “Agora, vamos fazer um símbolo da nossa diversidade e da nossa união! Vou chamar cada um de vocês, um por um, para escolher a cor que mais gostar entre as cores da nossa bandeira: verde, amarelo, azul ou branco. Depois que escolherem, vou pintar a palma da mão de vocês e carimbar em uma cartolina, fazendo assim, um painel da diversidade.”. Ela chamará o primeiro aluno, deixará que ele escolha uma cor, ajudará ele a pintar sua mão, e depois o orientará a carimbar na cartolina, depois pedirá para ir ao banheiro se limpar. Em seguida, chamará o próximo, e assim sucessivamente até todos participarem. Depois que todos tiverem carimbado sua mão, a professora pedirá para que cada aluno pegue uma caneta e escreva a cima da própria mão uma palavra ou uma frase curta que represente o que aprenderam durante aquela aula sobre diversidade religiosa e respeito. Palavras como: “respeito”, “união”, “amizade”, “paz” etc. Por fim, a professora reunirá a turma e dirá: “Este cartaz cheio de mãos coloridas é a nossa bandeira humana, um compromisso de respeito e amor pela diversidade que faz do Brasil um país tão especial.”.


Árvore que sente

 Aluna Ana Julya

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças Religiosas e Filosofias de Vida

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Narrativas Religiosas

HABILIDADES: EF05ER03) Reconhecer funções e mensagens religiosas contidas nos mitos de criação (concepções de mundo, natureza, ser humano, divindades,vida e morte).


ATIVIDADE: A Árvore que Sente


OBSERVAR: A professora iniciará a aula mostrando aos alunos as folhas que tem em suas mãos, uma verde e uma seca. Após todos terem visto, colocará as folhas sobre uma mesa, como se estivessem sendo apresentadas a um "altar", e então fará a leitura da “Carta de uma árvore”, que falará sobre a importância da natureza.


SEGUE A CARTA QUE SERÁ LIDA:

 “Olá, alunos. Eu sou uma árvore que viveu muitos anos em uma floresta cheia de vida. Já ouvi orações, vi pessoas sorrindo, crianças brincando, e pássaros fazendo seus ninhos. Mas ultimamente, tenho chorado... Muitos de nós estão sendo cortados, e os animais não têm mais onde morar. Será que vocês podem me ouvir com o coração hoje?”. Após a leitura, a professora dará início à um momento de conversação com a turma, com as seguintes perguntas: 


Quais sentimentos essa carta despertou em vocês?;

Como vocês acham que uma árvore se sentiria ao ver a floresta sendo destruída?;

Já imaginaram como a natureza poderia "sentir" se falasse conosco?;


REFLETIR: A professora pedirá para que os alunos formem um círculo no centro da sala de aula, após estarem todos organizados, apresentará à eles imagens impressas de florestas sendo destruídas, florestas preservadas e cenas de animais vivendo em harmonia com o meio ambiente. E então espontaneamente se iniciará uma conversa coletiva, onde os alunos poderão compartilhar suas opiniões e sentimentos a respeito das imagens. Durante esse momento, a professora também trará para o bate-papo referências de diferentes religiões que tratam da natureza de forma sagrada. Que serão os seguintes:

Cristianismo: O conceito de que Deus criou o mundo e confiou ao ser humano o cuidado da criação.


Hinduísmo: A reverência às árvores e à natureza como manifestações divinas.

Budismo: O respeito pela vida em todas as suas formas e a importância do equilíbrio com a natureza.


Após ter apresentado as referências, de forma sutil indagará: 


Você já viu uma árvore grande de perto? Já abraçou uma?;

Como você acha que o cuidado com a natureza se conecta com aquilo que as religiões ensinam?;

Você conhece alguma religião que considera a natureza sagrada ou que ensina que devemos cuidar do meio ambiente?;

Cuidar da Terra pode ser uma forma de expressar fé e amor? Como?;


INFORMAR: Após esse momento, a professora dirá: “Que tal escrevermos uma mensagem para a natureza? Vamos fazer um pacto de cuidado e amor!”. Então entregará a cada aluno uma folha de papel em formato de folha de árvore e explicará que cada um, com seus materiais, escreverá uma mensagem de carinho para a natureza, como se estivesse falando diretamente com as árvores, os rios, os animais e a Terra. Em seguida, cada aluno será convidado a colar sua “folha” em uma grande cartolina marrom colada na parede, formando o tronco de uma árvore. Aos poucos, surgirá uma bela “Árvore dos Sentimentos”, cheia de mensagens. A professora encerrará a atividade reunindo a turma em frente ao mural e dizendo: “Cada folha dessa árvore é uma escolha que pode transformar o mundo. Que essa árvore cresça forte, assim como o nosso compromisso com o planeta!”.


Dinheiro não compra

 COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Ritos religiosos

HABILIDADES: (EF04ER01) Identificar ritos presentes no cotidiano pessoal, familiar, escolar e comunitário.


1º OBSERVAR: Utilizando um rádio, a professora colocará a música “Trem-bala” de Ana Vilela, para os alunos escutarem e pedirá que eles prestem atenção aos detalhes da música.

música


2º REFLETIR: Após a música, ela refletirá sobre a letra da música com os alunos. E em seguida uma caixa e duas mesas serão postas no centro da sala, e dentro da caixa terão fichas com várias palavras.

 Ex:

amor;

alegria;

pipoca;

bola;

celular;

abraço.


Um aluno por vez irá até a caixa e retirará uma ficha, deverá colocar em uma das mesas que serão utilizadas para colocar as palavras e justificar o porquê da escolha das mesas. Na mesa 1 terão que ser postas palavras que com o dinheiro podemos comprar e na mesa 2, coisas que não podem ser compradas, mas sim vividas e sentidas, que são tesouros na nossa vida e nos faz feliz.


3º INFORMAR: Após todos terem pego a ficha, separado suas palavras e justificado, a professora entregará uma folha com a imagem de um baú do tesouro, onde eles terão que pintar com lápis de cor, recortar as bordas, dobrar a tampa do baú. Eles terão que escrever dentro do baú o nome da pessoa (do tesouro deles) que mais faz eles felizes, e escrever uma mensagem de agradecimento para ela. Ao final, eles poderão entregar a essas pessoas, caso forem da família, poderão entregar em casa.



Divindades da natureza

 Nomes: Joana de Souza Gallas Turma: NO 312

Disciplina: Didática de Ens. Religioso Professora: Giovana Stein Pedroso 


Deuses da Natureza 


Plano de aula - Ensino fundamental 

Turma: 4°ano

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações Religiosas

OBJETO DE CONHECIMENTO: Ideia(s) de divindade(s)

HABILIDADE: (EF04ER07RS-01) Exemplificar, a partir de imagens e/ou gravuras, as lendas, mitos e divindades presentes nas diferentes religiões e crenças da comunidade.

1º OBSERVAR: A professora passará entre os alunos oito imagens de Deuses de diferentes religiões e mitologias. Depois que todos os alunos já tiverem visto todas as imagens de perto, a professora apresentará e explicará um pouco sobre cada um dos Deuses das imagens. As imagens e os deuses serão:

Brahma (hinduísmo) Mbaba Mwana Waresa (mitologia Zulu)     

      

Pachamama (mitologia Inca) Deméter (mitologia Grega) Gaia (mitologia Grega)

                Rán (mitologia Nórdica) Papatuanuku (mitologia Maori) Geb (mitologia Egípcia)

      

    

2º REFLETIR: A professora iniciará uma fala sobre a importância destas divindades no cuidado com a natureza. Ela dirá que os povos antigos criaram esses deuses, deuses criadores e guardiões da natureza em suas religiões, para explicar a criação dela e também sua proteção. O cuidado e a preocupação com a natureza sempre esteve presente nos povos, pois os deuses deveriam ser venerados pelos humanos e não incomodados ou irritados. Assim, para agradar os deuses das florestas, dos mares, das plantações etc., e não irritá-los, todos amavam e cuidavam da natureza, por isso que ela manteve-se por tantos anos. A professora questionará aos alunos o que eles pensam sobre o assunto, instigando uma conversação.

3º INFORMAR: A professora dividirá a turma em oito grupos e fará um sorteio, para que cada grupo seja responsável por representar um dos deuses conhecidos na aula. Ela dará a cada grupo um texto resumindo o que havia falado no começo da aula sobre o deus sorteado. Eles terão que escrever o nome do deus, a que religião ou mitologia ele pertence e representá-lo em uma cartolina, utilizando a técnica que preferirem, como: desenho, pintura, recorte e colagem de revistas ou papel colorido etc. Eles não poderão copiar da imagem mostrada pela professora, terão que basear-se nas informações do texto e usar a criatividade. Os cartazes serão expostos no corredor da escola com o título “Divindades da natureza”. 


RECURSOS: imagens das divindades, cartolina, MUC, tintas, papel para recorte, papel colorido.


Gratidão de gaúcho

 Marianna Santos de Castro

Turma: NO-312

COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO 

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações Religiosas 

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Ritos Religiosos 

HABILIDADES: (EF04ER04RS-01) Reconhecer as diversas formas de expressão em orações, cultos, gestos, cantos, dança, meditação, vivenciadas individual e coletivamente, nas diferentes Tradições Religiosas.

1º OBSERVAR: Para iniciar a aula a professora apresentará à turma a caixa da gratidão (uma caixa decorada com símbolos do Rio Grande do Sul, bandeira, chimarrão, araucária, gaúcho, prenda), no centro da tampa da caixa estará o poema:

"No chão gaúcho, minha raiz,

Ser grato é o que me faz feliz.

Com mate, canto e tradição,

Guardo no peito gratidão."

Pedirá que os alunos observem os desenhos e pensem no que eles representam para nossa cultura e modo de viver.


2º REFLETIR:A professora conduzirá uma conversa guiada com a turma, organizando os alunos em roda, com a Caixa da Gratidão posicionada no centro. Utilizará o chimarrão preparado no período anterior como “Chima da palavra”, explicando que quem estiver com ele poderá falar, enquanto os demais escutam.

Primeiro, retomará os símbolos observados, perguntando: “O que eles representam para nossa vida aqui no Rio Grande do Sul?”. A partir das respostas, incentivará que cada criança compartilhe pelo que se sente grata, mencionando tradições, comidas, músicas, lugares ou pessoas importantes.

Em seguida, aprofundará a reflexão com perguntas como: “Como podemos cuidar do nosso estado e das pessoas que vivem nele?” e “De que forma podemos mostrar gratidão pela nossa cultura e história?”.

Durante o diálogo, explicará que gratidão é reconhecer e valorizar o que temos, transformando isso em ações de cuidado e preservação. Anotará no quadro palavras-chave ditas pelos alunos, que servirão de inspiração para o momento seguinte.




3º INFORMAR: Com o momento encerrado, a professora distribuirá um pequeno papel para cada aluno. Orientará que cada um escreva seu agradecimento inspirado nas ideias discutidas anteriormente. Um por vez, os estudantes irão até a Caixa da Gratidão para depositar seus bilhetes. Durante a atividade, ela circulará entre as mesas para auxiliar quem tiver dificuldade de escrita, valorizando a expressão pessoal de cada aluno. Após as gratidões serem finalizadas a professora explicará à turma que a caixa ficará na sala para que se precisarem se lembrar de coisas a que temos a agradecer, seja possível visualizar de forma mais clara.

Ela finalizará com a frase: 

“Assim como o Rio Grande é forte e acolhedor, nossa gratidão também 

nos fortalece e une."

Flor de Cerejeira

 PROF: Júlia Maria Nicloti 

COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO 

UNIDADE TEMÁTICA: identidades e alteridades

OBJETOS DE CONHECIMENTO: O eu, a família e o ambiente de convivência

HABILIDADES: (EF02ER02RS-01) Identificar costumes, crenças e formas diversas de conviver em ambientes religiosos distintos. 

(EF02ER02RS-02) Reconhecer as diferentes religiosidades presentes no seu contexto familiar e comunitário e os espaços de convivência de cada uma.


OBSERVAR: Os alunos sentarão em almofadas formando um círculo no chão da sala. A professora contará a história do Hanami, uma tradição muito antiga do Japão que tem origem religiosa. Durante a primavera, flores muito especiais chamadas sakuras, as flores de cerejeira, começam a aparecer. As pessoas acreditavam que a quantidade dessas flores indicava se a colheita de alimentos naquele ano seria boa e farta. Por isso, elas se reuniam para observar e celebrar essas flores, agradecendo e pedindo proteção para a natureza e para a colheita. Para ajudar na compreensão, a professora trará imagens das árvores de cerejeira para mostrar aos alunos.


  


 A Flor de Cerejeira e o Hanami no Japão


No Japão, na primavera, as flores de cerejeira, chamadas Sakura, começam a aparecer. Elas são muito bonitas e têm muitas cores, do branco ao rosa.


Há muito, muito tempo, os agricultores japoneses acreditavam que um Deus dos arrozais cuidava dos campos onde plantavam arroz. Eles pensavam que esse Deus saía para as montanhas no inverno, quando fazia frio, e voltava na primavera, quando as flores de cerejeira começavam a nascer.


Essa crença faz parte de uma religião tradicional do Japão chamada Xintoísmo, que ensina o respeito à natureza e aos seus espíritos.

Quando as flores apareciam, os agricultores se juntavam para fazer um encontro especial, como uma festa, para receber esse Deus e pedir que ele ajudasse na colheita do arroz. Eles acreditavam que, se as flores fossem muitas e bonitas, o ano seria de muita fartura. Esse encontro ficou conhecido como Hanami, que quer dizer “ver as flores”.


No começo, o Hanami era uma oração, um momento para pedir proteção e agradecer pela natureza. Depois, com o passar do tempo, as pessoas começaram a fazer piqueniques embaixo das árvores de cerejeira para aproveitar a beleza das flores e celebrar a primavera com alegria, cantando e brincando.


Essa tradição nos mostra como as pessoas de diferentes culturas respeitam a natureza e agradecem pela vida, reconhecendo que tudo tem uma motivação especial que merece cuidado e respeito.


REFLETIR: Após a explicação da história do Hanami, a professora iniciará um momento de conversa para estimular a reflexão sobre o valor da natureza, das tradições culturais e da crença japonesa no Deus dos arrozais, presente na religião tradicional do Japão, o Xintoísmo. Ela fará perguntas como: “Por que vocês acham que as pessoas gostavam de olhar as flores de cerejeira?”, “Vocês acham importante acreditar que alguém cuida da plantação, como os japoneses acreditam no Deus dos arrozais?”, “Por que é importante agradecer e cuidar da natureza?” e “Como vocês se sentem quando veem muitas flores bonitas na primavera?”. A professora escutará com atenção as respostas, incentivando a participação de todos e valorizando cada opinião.


INFORMAR: Após o momento de conversa em roda, os alunos retornarão para seus lugares. A professora entregará uma folha com a imagem de uma flor de sakura para cada um e explicará que eles irão escrever, com sua ajuda, algo pelo qual se sentem gratos, como por exemplo: “Vou ao parque com meus pais” ou “Ganhei a boneca que eu queria”. Depois de escrever, os alunos irão pintar a flor, recortá-la com cuidado e escrever o seu nome no verso. Um por vez, levará sua flor até a mesa da professora, que conferirá a escrita e colará com cola quente a flor em um galho seco fixado em um vaso com pedras, formando uma árvore de gratidão, inspirada no Hanami, tradição japonesa que celebra a chegada da primavera e agradece pela natureza.



 


Sustentabilidade

 PROFESSORA: Gabriéli Fernandes 

COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO 

UNIDADE TEMÁTICA: Identidades e alteridades

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Imanência e transcendência

HABILIDADES: (EF01ER04RS-01) Valorizar a diversidade de formas de vida e as Tradições Religiosas, reconhecendo-se como parte de determinada comunidade.


1º OBSERVAR: A professora começará a aula falando que os cristãos acreditam que foi Deus quem criou o mundo, então ela lerá um texto que narra essa criação (adaptado da versão bíblica). Durante a leitura a mesma colocará imagens que representam cada dia da história com prendedores em um barbante que estará anexado no quadro, como um varal didático, e no final escreverá no quadro “Deus viu que tudo era muito bom.”. Então, mostrará duas imagens: uma de um lugar limpo, com árvores e animais e outra com um lugar sujo, com lixo e poluição.


Texto: A Criação do Mundo


No começo, tudo era escuro e sem forma. Só existia Deus, e Ele decidiu criar o mundo.

1º dia: Deus disse: “Que haja luz!” E a luz apareceu. Ele separou a luz da escuridão: Chamou a luz de dia e a escuridão de noite.

2º dia: Deus criou o céu, bem alto acima da terra.

3º dia: Deus fez aparecer a terra seca e juntou as águas, formando os mares. Depois, criou as plantas, árvores e frutas.

4º dia: Deus criou o sol para iluminar o dia, a lua para a noite e as estrelas para enfeitar o céu.

5º dia: Deus criou os peixes para os mares e os pássaros para voarem no céu.

6º dia: Deus criou todos os animais da terra. E, por fim, criou o homem e a mulher, com muito amor.

E Deus viu que tudo era muito bom. 


2º REFLETIR: A professora fará as seguintes perguntas para os alunos responderem oralmente:

O que Deus gostaria que a gente fizesse com a Terra que Ele criou para nós?

O que Deus faria se visse alguém estragando o planeta?

O planeta está sendo bem cuidado?

Como podemos ajudar a natureza?


Tendo conversado sobre, os alunos assistirão o vídeo “Turma da Mônica em-Um plano para salvar o planeta”, então, cada aluno deverá falar o que achou mais interessante no vídeo.


3º INFORMAR: Cada aluno receberá um barbante de 30cm para fazerem uma Pulseira do Cuidado. Na frente do quadro em uma mesa haverá uma caixa com diversas cores de miçangas, aos poucos a turma se dirigirá até ela e pegará algumas miçangas. Cada um deverá dar um significado para as cores escolhidas (exemplo: verde-plantar, azul-não desperdiçar água, marrom-não jogar lixo no chão). Essas miçangas serão passadas pelo barbante, que será amarrado no pulso das crianças pela professora para se lembrarem da sua responsabilidade com o planeta Terra. Com as pulseiras prontas, um de cada vez deverá falar o significado das cores que escolheu.

quarta-feira, 2 de julho de 2025

"Nostalgicus saudosicius"

                                             




ALUNAS: Ana Julya da Silva, Gabryella Rick e Yasmim Raquel Soares

TURMA: NO - 312

                    PLANO DE AULA

                      CRIATURAS DA ILHA DE CORSO


FAIXA ETÁRIA: Ensino Fundamental - 5°ano

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas e filosofias de vida

OBJETO DO CONHECIMENTO: Narrativas Religiosas 

HABILIDADE: (EF05ER07)Reconhecer, em textos orais, ensinamentos relacionados a modos de ser e viver.

OBSERVAR: Ao entrarem na sala de aula, os alunos encontrarão um ambiente diferente do normal. Algumas luzes estarão apagadas, criando um clima de mistério. Estará tocando um som de vento, cantos de pássaros, e um leve eco, como se um lugar esquecido estivesse os chamando. Ao centro, terá: uma mala antiga, uma foto desbotada pelo tempo, um mapa com nomes estranhos e inventados, e um cartaz rasgado onde se lê: “Ilha de Corso”. Então, silenciosamente, a professora entrará na sala de aula. Ela estará caracterizada como uma “exploradora de sonhos", com roupas de viajante, botas, um caderno velho nas mãos e um olhar que parece ter voltado de uma terra mágica. Sem dizer nada, ela se sentará ao lado da mala, respirará fundo e, após um breve silêncio, falará a turma: “Hoje, vocês entrarão em um lugar onde os bichos não são apenas bichos. São mestres! Encontrarão criaturas que sentem como vocês sentem, sonham como vocês sonham, e que vivem… ou esquecem de viver.”. Ela então abrirá seu caderno velho e começará a leitura de um trecho que descreve a criatura que guiará a aula:

“Entre tantas criaturas da Ilha de Corso, uma me fez chorar em silêncio.

 O Nostalgicus saudosicius.

 Ele anda para frente, mas só enxerga para trás.

 Seu olho está virado para o passado.

 Passa os dias dizendo:

 ‘Naquela época sim…’,

 ‘Como era bom antes…’.

 De tanto olhar para trás, cairá de um penhasco.

 E não saberá nem o que o empurrou.

 Porque esqueceu de olhar para o agora.”

Ao terminar a leitura, abrirá o mapa da ilha e mostrará a ilustração do Nostalgicus: uma criatura com um olho voltado para trás, uma cauda longa e pegadas que terminam num abismo.

REFLETIR: A professora convidará os alunos a formarem um círculo ao redor do mapa. No centro do círculo, ela colocará dois cartões em forma de coração. Um deles tem a palavra “Passado”; o outro, “Presente”. A partir disso, ela irá propor uma breve reflexão, que será a seguinte:

“Vocês se lembrarão de muitas coisas belas da vida.

 Mas se viverem apenas nelas, tropeçarão.

 Por isso, hoje faremos diferente do Nostalgicus.

 Hoje, aprenderemos a estar aqui.”

Nesse momento, se iniciará um diálogo coletivo, guiado pelas seguintes perguntas:

O que ganhamos ao lembrar de algo bonito?;

O que podemos perder quando vivemos somente das lembranças?;

Por que o agora pode ser mais valioso que o que já passou?;

À medida que os alunos compartilham suas ideias, a professora irá introduziu algumas referências de diferentes tradições religiosas e culturais, mostrando como o tempo presente é valorizado como espaço sagrado. Como por exemplo:

 ● Jesus dirá: ‘Basta a cada dia o seu próprio cuidado.’

 ● Buda ensinará o silêncio do presente.

 ● Oxalá cuidará do que está diante dos olhos.

 ● Os povos da floresta ensinarão que tudo tem seu tempo, e o tempo certo é o agora.

Essa conexão entre o personagem e a espiritualidade, deverá ser feita em tom de conto e encantamento, respeitando a diversidade religiosa da turma.

INFORMAR: Finalizado o momento de conversa, a professora anunciará que eles agora viverão uma missão: lançar uma âncora no tempo presente. Para isso, ela entregará a cada um dois materiais:

Molde de uma pegada em papel.

Um espelho pequeno (ou papel laminado).

Ela então convidará os alunos a olharem para si mesmos com atenção e carinho, dirá: “Antes de escreverem, olhem-se no espelho. Reconheçam os olhos que têm agora. Vocês são quem caminha. E o agora é o seu chão.” Depois de um pequeno momento de silêncio e auto-observação, eles deverão escrever dentro da pegada três coisas, que serão as seguintes:

Algo do passado que te ensinou uma lição.

Algo do presente pelo qual você sente gratidão.

Um passo que você escolhe dar, agora.

Conforme irem terminando, com o auxílio de uma fita, fixarão suas pegadas no mural da escola, de maneira que se pareça uma trilha. No topo, terá o seguinte título: “Caminho do presente”. E, ao lado, uma citação retirada da aula:

“Olhar para trás é lembrar.

 Olhar para agora é viver.”

Para encerrar a aula, a professora se posicionará novamente junto ao cenário inicial e dirá:

“Na Ilha de Corso, o Nostalgicus ainda caminha olhando para trás.

 Mas aqui, nesta sala, aprendemos a andar com os olhos abertos.

 Cada pegada neste caminho é um voto de presença, de escuta, de amor.

 A cada manhã, vocês não precisarão voltar no tempo para encontrar beleza.

 Porque terão plantado beleza no agora.”

A professora, então, convidará todos a colocarem a mão sobre o coração e a respirarem “fundo”, como quem planta no peito a 

semente de uma nova forma de olhar o tempo: com presença.


terça-feira, 7 de maio de 2024

E a chuva

 Estagiária Larissa Martins

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso.

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas.

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Sentimentos, lembranças, memórias e saberes.

HABILIDADES: (EF01ER05) Identificar e acolher sentimentos, lembranças, memórias e saberes de cada um.

(EF01ER06) Identificar as diferentes formas pelas quais as pessoas manifestam sentimentos, ideias, memórias, gostos e crenças em diferentes espaços.


ATIVIDADE: E a chuva...

Observar: A professora trará uma nuvem cheia de pingos de chuva e perguntará aos alunos o porquê será que está trazendo aquilo para dentro da sala de aula. Após, irá contar aos alunos a história “ E a chuva…”, através de impressões das páginas do livro digital.


PDF do livro:



Refletir: Assim que a história for contada a professora fará os seguintes questionamentos: 


  • Vocês viram o que está acontecendo com nosso Estado?

  • Alguém aqui passou por uma situação difícil, entrando água em sua casa ou dificultando a passagem nas ruas do seu bairro?

  • Algum familiar de vocês teve sua casa atingida?

  • Qual o sentimento de você em relação a tudo o que vem acontecendo?


Após os questionamentos, a professora irá propor uma brincadeira aos alunos. A professora dividirá a turma em dois grupos e disponibilizará uma lata decorada e dentro dela haverá alguns cards com sentimentos representados. 


  • Para a 1ª rodada, um aluno por vez (do seu respectivo grupo) deverá vir à frente da sala e sortear um card de emoção. Este aluno terá a missão de imitar através de mímicas a emoção representada e o seu grupo deverá acertar, se errar passa a vez para o grupo adversário. A brincadeira seguirá até todos os cards serem sorteados.


  •  Para a 2ª rodada, um aluno por vez deverá sortear um card e descrever uma situação em que aquela emoção poderia aparecer, por exemplo, A RAIVA “ meu brinquedo que eu tinha ganhado hoje caiu no chão e quebrou, e eu fiquei com muita…”, seu grupo terá a missão de acertar, se errar passa a vez para o grupo adversário. E assim seguirá até todos os cards serem sorteados.



Informar: Para finalizar, a professora entregará corações de folha colorida para cada aluno, eles terão a missão de se colocar no lugar do outro e escrever (dentro) mensagens de carinho e afeto, para que as pessoas desabrigadas ou que estão em situação de vulnerabilidade, possam ler e se sentir mais amadas e lembradas (a professora irá entregar estas cartinhas às pessoas desabrigadas). 





quarta-feira, 24 de abril de 2024

A curiosidade de Cauã (indígena)

 Estagiária Bruna Formenton

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Identidades e alteridades 

COMPONENTE CURRICULAR: Imanência e transcendência

HABILIDADE: (EF01ER03) Reconhecer e respeitar as características físicas e subjetivas de cada um


ATIVIDADE: A Curiosidade De Cauã


OBSERVAR: A professora mostrará aos alunos crianças indígenas brincando (fotos abaixo), em seguida, a mesma irá perguntar:

Quais brincadeiras vocês estão vendo?

Nós brincamos de alguma dessas brincadeiras?


Pião


Cabo de guerra


Arco e flecha


Peteca

REFLETIR: A docente realizará a contação da história “A Curiosidade De Cauã”, escrito por Adriana Borella Pessoa, utilizando o livro como recurso. Segue abaixo QR CODE:


Após a contação da história, serão realizadas as seguintes perguntas para os alunos:

O que Cauã e seus amigos viram na cidade? É igual onde eles moram?

As crianças da cidade ficaram felizes em visitar a aldeia de Cauã?

Do que Cauã e seus amigos brincaram na aldeia?


INFORMAR: Os alunos irão confeccionar uma peteca (brinquedo indígena), para isto, será entregue a eles dois círculos de papelão (sendo um deles com um buraco em seu meio), folhas coloridas em imagens de penas para recortar e uma tira de folha colorida

 Os alunos deverão pintar seus círculos de papelão com tinta e separá-los no canto da mesa, após, eles irão recortar as penas e levar até a professora para que a mesma os auxilie a juntá-las em um rolinho. Em seguida, os alunos deverão encaixar as folhas no papelão que tenha o burado no centro e posicionar o outro papelão embaixo e, em seguida, entregar para que a professora o cole.

 Os alunos terão alguns minutos no fim da aula para que possam brincar com sua Peteca.





domingo, 21 de abril de 2024

Páscoa

 Estagiária Fernanda Grohs

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso.

UNIDADE TEMÁTICA: Manifestações religiosas.

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Práticas celebrativas.

HABILIDADE: (EF03ER03) Identificar e respeitar práticas celebrativas (cerimônias, orações, festividades, peregrinações, entre outras) de diferentes tradições religiosas.


PÁSCOA

OBSERVAR: A professora anunciará que dia 29/03 é sexta-feira santa, portanto é feriado, e explicará o significado daquele feriado, que marca a crucificação de Jesus Cristo, de acordo com a crença cristã. Ela também dirá aos alunos que no domingo, dia 31, é comemorada a Páscoa. Os alunos assistirão o seguinte vídeo na TV da sala: O Coelho da Páscoa e Sua Origem : Do paganismo até os dias de hoje. 


REFLETIR: Então, a professora explicará a origem do coelho da Páscoa e do ovo:

COELHO: O costume surgiu no século XVI, na Alemanha. Os alemães trouxeram o hábito para a América no século XIX. O animal foi associado à Páscoa porque se reproduz rapidamente e simboliza fertilidade e vida nova. 

OVO: No século XVIII, confeiteiros franceses decidiram fabricar ovos de chocolate e decorar o seu interior com bombons. O costume fez sucesso e se consolidou durante o período da Páscoa, mas nem todos tinham acesso a essa mercadoria, pois, na época, o chocolate e o ovo de Páscoa eram artigos muito caros.






INFORMAR: A professora entregará aos alunos folhas coloridas e dirá para que contornem suas mãos, fazendo o desenho com lápis de escrever. Em seguida, ela mostrará aos alunos um exemplo pronto (feito por ela) para que os alunos façam o mesmo. Os alunos poderão levar os coelhinhos para casa. 




Em seguida, a professora anunciará que os alunos farão uma caça de Páscoa. Ela espalhará pistas em ambientes da escola. O aluno que encontrar, deverá ler em alto e bom tom. 

NA SALA: “Me escondi no local onde a imaginação ganha vida, entre páginas coloridas e outras nem tanto, lá estará o que você procura”.

NA BIBLIOTECA: “Não foi dessa vez! Hahaha. Estou onde o cheiro das delícias impregna no ar e o barulho das panelas e conversas ansiosas ocupam os sentidos.”

NO REFEITÓRIO: “Estou onde a criançada extravasa energia, correndo loucamente como se não houvesse amanhã, é lá que eu me escondo”.

NO PÁTIO: “Ainda não, pequeno gafanhoto… Me escondi onde o aprendizado e os ensinamentos acontecem todos os dias.”

 Então, os alunos encontrarão uma cesta com as lembrancinhas de Páscoa juntamente com um cartãozinho impresso.



Ostara

 PROFESSORA ESTAGIÁRIA: Tayná Luiza Petzhold Grings

ANO: 5º TURMA: 511


PLANO DE AULA/ENSINO FUNDAMENTAL

5º ANO


COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso

UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas e filosofias de vida

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Narrativas religiosas

HABILIDADES: (EF05ER01) Identificar e respeitar acontecimentos sagrados de diferentes culturas e tradições religiosas como recurso para preservar a memória.


ATIVIDADE: Ostara

OBSERVAR: A professora levará a seguinte imagem impressa e deixará que os alunos observem e relatem o que percebem nela. Incentivará os alunos com as seguintes perguntas:

O que há na imagem?

Quais animais estão presentes?

O que eles significam?






REFLETIR: Após observarem a imagem, a professora explicará que se trata da deusa Eostre, a deusa que deu origem ao nome de uma celebração conhecida como Ostara. Essa deusa é associada à primavera e novos começos. 

O Ostara é um feriado pagão-moderno celebrado durante o equinócio da primavera, por volta do dia  20 ou 21 de março. É um momento de equilíbrio, pois as horas de luz e escuridão são iguais. Símbolos festivos como ovos geralmente representam esse equilíbrio, o que significa fertilidade e uma nova vida. O ovo é um poderoso símbolo de transformação, pois contém o potencial para uma nova vida dentro da sua casca.

Outro símbolo comum de Ostara é a lebre, que representa fertilidade e abundância. A lebre era sagrada para a deusa Eostre e acreditava-se que trazia sorte e prosperidade para aqueles que a honravam.

Além desses símbolos, muitos outros costumes estão associados a Ostara. Algumas pessoas decoram os ovos pintando-os ou tingindo-os com cores naturais. Outros plantam sementes ou bulbos para simbolizar o crescimento e a renovação da vida. Ainda assim, outros realizam festas ou fogueiras para celebrar o retorno do sol e a chegada da primavera.

Ostara é um momento para celebrar a mudança das estações e honrar os ciclos da natureza. Lembra-nos que, assim como o inverno dá lugar à primavera, os tempos sombrios das nossas vidas também dão lugar a dias mais claros que nos ensinam a importância do equilíbrio e da harmonia.

Devemos aprender a abraçar tanto a luz quanto a escuridão, o bom e o mau, para encontrar a verdadeira plenitude e paz.

O Ostara lembra-nos que o mundo natural é uma fonte de admiração e magia. Devemos apreciar a beleza do mundo e nutrir a nossa conexão com a terra.

O Ostara é um feriado alegre e significativo que nos lembra do poder da natureza e dos ciclos da vida. Quer o célebres com banquetes, decorações ou rituais, é um momento de honrar a mudança das estações e a renovação da vida.


INFORMAR: Depois de comparar essa celebração com a Páscoa, que ocorre na mesma época e possui significado levemente parecido, a professora entregará uma folha impressa com a explicação anterior e as seguintes questões para serem respondidas: 

  1. Quem é Eoster?

Eoster é a deusa pagã associada à primavera, fertilidade e novos começos.


  1. Quando é celebrado o Ostara?

É celebrado no equinócio da primavera, por volta do dia 20 ou 21 de março.


  1. Qual significado essa celebração possui?

Significa a mudança das estações e ciclos da natureza.


  1. Quais são os principais símbolos de Ostara?

Os principais símbolos são o coelho e os ovos.


Guaraci

 

PROFESSORA ESTAGIÁRIA: Tayná Luiza Petzhold Grings
ANO: 5º TURMA: 511

PLANO DE AULA/ENSINO FUNDAMENTAL
5º ANO

COMPONENTE CURRICULAR: Ensino Religioso
UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas e filosofias de vida
OBJETOS DE CONHECIMENTO: Narrativas religiosas; Mitos nas tradições religiosas
HABILIDADES: (EF05ER01) Identificar e respeitar acontecimentos sagrados de diferentes culturas e tradições religiosas como recurso para preservar a memória.
(EF05ER02) Identificar mitos de criação em diferentes culturas e tradições religiosas. 
(EF05ER03) Reconhecer funções e mensagens religiosas contidas nos mitos de criação (concepções de mundo, natureza, ser humano, divindades, vida e morte).

ATIVIDADE: Criação do Mundo/Tupi-Guarani
OBSERVAR: A professora relembrará que, nas últimas aulas, estão estudando os povos que formam nosso estado e que já viram uma história indígena sobre a origem da mandioca. Então, mostrará a seguinte imagem do deus indígena Guaraci (deus Sol) e deixará que os alunos observem e notem as características presentes em cada um para descobrirem de quem se trata.


REFLETIR: Após observarem a imagem e concluírem de quem se trata, a professora explicará que o deus é uma figura muito importante na história indígena da criação do mundo. Assim, ela passará o seguinte vídeo com essa lenda para assistirem: https://www.youtube.com/watch?v=cwvZ8dXYx5g&ab_channel=Coopercine-CooperativadeCinema 




INFORMAR: Depois de assistirem o vídeo, cada aluno deverá escrever, com as suas palavras, o que entendeu sobre a criação do mundo através da visão dos povos Tupi-Guarani. Quando finalizarem, a professora escolherá alguém para que leia o que anotou.


segunda-feira, 1 de abril de 2024

Sawabona! Shikoba! 2

 Estagiária Larissa Martins

OBJETOS DE CONHECIMENTO: Ritos religiosos.

HABILIDADES: (EF04ER04) Identificar as diversas formas de expressão da espiritualidade (orações, cultos, gestos, cantos, dança, meditação) nas diferentes tradições religiosas.


ATIVIDADE: SAWABONA! SHIKOBA! 

Observar: Para iniciar, a professora entregará um pedaço de uma imagem para os alunos, onde cada uma terá um número de 1 à 20 (quantidade de alunos). Depois de entregar, a professora irá chamar os números em ordem crescente, e aqueles que estiverem com as partes da imagem equivalente aos números, deverão levantar-se e colar no quadro a sua imagem. 

Imagem que será usada: 

Refletir: Após a montagem da imagem, a professora questionará os alunos:

  • Vocês lembram quando conversamos sobre o que significava esta palavra?

  • De que origem ela era?

Ao fazer os questionamentos, a professora passará na TV slides que contam sobre a origem e o significado das palavras SAWABONA e SHIKOBA (tema da escola Waldemar este ano de 2024). 

SLIDES: 


E então, dará início a uma conversação com a turma a respeito do significado e do que eles entenderam sobre.

 

Informar: Agora, a professora distribuirá uma folha impressa com um boneco para cada aluno. Após entregar os bonecos, dará uma sílaba da seguinte frase para cada aluno: “Eu te respeito, Eu te valorizo, Você é importante pra mim!”. Cada aluno terá a missão de destacar a sílaba ganhada e então decorar seu boneco com desenhos diversos. Assim que todos alunos estiverem com seus bonecos finalizados, a professora irá colá-los em um cartaz de papel pardo, fazendo uma roda com os bonecos (para simbolizar a tradição africana) e no meio colará o logo do tema da escola. 






As sete lições do bambu

 LARISSA E MARIA NO 322 Plano para 5º ano do ensino fundamental COMPONENTE CURRICULAR: ENSINO RELIGIOSO UNIDADE TEMÁTICA: Crenças religiosas...